Ao que me parece, cada vez que a justiça dá a impressão de ter avançado no caso Isabella, surgem novos elementos que o deixam ainda mais nebuloso para a opinião pública. Isabella, 5, foi assassinada no último dia 29 de março. Segundo os laudos da perícia, a menina foi esganada e, em seguida, jogada do 6º andar do prédio onde moram o pai dela, Alexandre Nardoni, 29, e a madrasta, Ana Carolina Jatobá, 24. Até o presente momento, todas as evidências apontam o casal como responsável por essa barbárie.
Alexandre e Anna Carolina deram uma entrevista à rede Globo de televisão, no último domingo (20/04), que foi ao ar durante o “Fantástico”. Os dois negaram a autoria do crime e reforçaram a versão de seus advogados, de que uma terceira pessoa teria entrado no prédio na noite do crime. Alexandre chegou a dizer que prometeu, diante do caixão da filha, que não descansaria enquanto não encontrasse o assassino. Os dois “pareciam” bastante emocionados. Após a entrevista, um grande ponto de interrogação parece ter-se formado em torno do caso. Será que foram eles? É o que a maioria, ou grande parte dos brasileiros, deve estar se perguntando neste momento.
É bem verdade que o jornalista Valmir Salaro, que os entrevistou, foi muito bonzinho ao deixar de fazer perguntas contundentes, que poderiam ter feito com que o casal caísse em contradição. Essa atitude deixa margens a várias interpretações, inclusive a de que o repórter possa ter combinado a entrevista com os advogados do casal. Isso explicaria sua flexibilidade com os dois diante das câmeras.
Uma coisa me parece certa, a não ser que a polícia descubra uma prova cabal, que possa incriminar ou inocentar Alexandre e Ana Carolina, esse caso ainda terá muitos desdobramentos antes de ser definitivamente solucionado.
Alexandre e Anna Carolina deram uma entrevista à rede Globo de televisão, no último domingo (20/04), que foi ao ar durante o “Fantástico”. Os dois negaram a autoria do crime e reforçaram a versão de seus advogados, de que uma terceira pessoa teria entrado no prédio na noite do crime. Alexandre chegou a dizer que prometeu, diante do caixão da filha, que não descansaria enquanto não encontrasse o assassino. Os dois “pareciam” bastante emocionados. Após a entrevista, um grande ponto de interrogação parece ter-se formado em torno do caso. Será que foram eles? É o que a maioria, ou grande parte dos brasileiros, deve estar se perguntando neste momento.
É bem verdade que o jornalista Valmir Salaro, que os entrevistou, foi muito bonzinho ao deixar de fazer perguntas contundentes, que poderiam ter feito com que o casal caísse em contradição. Essa atitude deixa margens a várias interpretações, inclusive a de que o repórter possa ter combinado a entrevista com os advogados do casal. Isso explicaria sua flexibilidade com os dois diante das câmeras.
Uma coisa me parece certa, a não ser que a polícia descubra uma prova cabal, que possa incriminar ou inocentar Alexandre e Ana Carolina, esse caso ainda terá muitos desdobramentos antes de ser definitivamente solucionado.
